Espero do terceiro eixo do curso de pedagogia, novas maneiras e ideias para colocar em prática na sala de aula, na escola, vindo assim, contribuir cada vez mais para o meu crescimento profissional e pessoal. Acredito que neste eixo, nós vamos abordar diferentes modos de práticas e interagir com ambientes de aprendizagens que venham oportunizar a interação com o currículo em nossas práticas docentes. Neste eixo as interdisciplinas: Ludicidade, Artes visuais, Literatura infanto juvenil, Música e Língua brasileira de sinais, nos permitirão adquirir e aperfeiçoar o nosso conhecimento. Muitas aprendizagens estão por vir neste semestre.
terça-feira, 15 de março de 2016
Aula a distância
Ser aluno a distância...
É tempo de refletir sobre
ser aluno a distância. O professor da interdisciplina Seminário Integrador, nos
levou fazer uma reflexão a respeito.
O cuidado com o tempo é parte
relevante do curso a distância. O tempo nos permite uma melhor organização. E acima
de tudo a persistência. Persistência e organização são fundamentais, disse o
referido professor, e cada vez mais se percebe essa importância, para não ficarmos
atrapalhados.
Neste semestre quero me
organizar e gerenciar melhor o meu tempo.
Aprendi a cada semestre o
quanto é importante a organização do
tempo.
Primeiro dia de aula
Nosso
primeiro dia de aula do ano de 2016
Mais um semestre, que iniciamos nossa jornada pedagógica.
Pois estamos em busca de novas aprendizagens. Aprendizagens que nos auxiliarão
em nossas práticas. O professor como todo o ser humano está sempre aprendendo
e, deve estar sempre dispostos a isso.
Quando iniciamos mais um semestre, estamos iniciando
novos conhecimentos, novos caminhos de oportunidades para praticar como docente
e como pessoa.
O conhecimento nos permite ir além.
Novo semestre é sempre um recomeço.
É onde tenho a oportunidade de melhorar o que deixei a
desejar no semestre anterior.
É tempo de novas promessas.
É tempo de acreditar que vamos ser melhores.
É tempo de renovar, inovar, compartilhar e interagir.
Um ótimo semestre a todos nós.
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Escola e a modernidade
Para mim é bastante
desafiante a escola competir na modernidade. O aluno está atraído pelas mídias,
e consequentemente ficam cada vez menos interessados
em estudar. A escola pública dispõe de poucas tecnologias, e quando tem não
abrange uma classe com trinta alunos, internet que não comporta a demanda, tornando
o trabalho do professor ineficiente. Eu como professora tenho procurado
utilizar a sala de informática para pesquisas e algumas interações com os conteúdos
trabalhados ou a serem trabalhados. Mas encontro obstáculos como os citados
acima. Os livros didáticos são alguns recursos oferecidos ao aluno, para
auxiliá-los em suas aprendizagens. Mas ainda temos salas lotadas, permitindo dispor
os alunos um atrás do outro, sem muitas dinâmicas. Um tempo atrás li um texto
em que o personagem central, vinha do século XIX, visitar a humanidade no
século XX. Ele encontrou muitas mudanças e quando chegou na escola, disse se
sentir no seu século, pois ainda encontrava as carteiras escolares dispostas
uma atrás da outra. Isto é uma crítica a uma situação que vivemos nos dias
atuais na maioria das escolas públicas.
A escola pública caminha a
passos lentos ao encontro da modernidade.
Fatores que interferem no processo de alfabetização

São muitos os fatores que podem interferir
no processo de aprender, muitos deles de ordem patológicas, sociais e/ ou emocionais.
Ensinar e
aprender não depende unicamente do professor em aplicar os conteúdos, mesmo que
seja de forma dinâmica e criativa, pois o processo ensino aprendizagem é
complexo e abrangente por estar ligado ao contexto sociocultural de cada indivíduo.
Aprendizagens dos alunos estão ligadas, na sua maioria a fatores externos à
escola e que influenciam diretamente no desenvolvimento da aprendizagem. A
falta de formação e pouco conhecimento das teorias da aprendizagem por parte
dos professores é fator que impede tomada de decisões de forma segura, não
havendo projetos de intervenção para ajudar os alunos na superação de suas
dificuldades na escola. Em relação ás famílias, o baixo nível escolar e socioeconômico
dos pais/mães reflete no pouco acompanhamento dos estudos do filho e controle
da sua conduta na escola. Eu me preocupo muito com a aprendizagem do meu
aluno, quando percebo que ele precisa ser encaminhado para o atendimento
especializado, o encaminho para que juntos descobrissem como ajudá-lo a
aprender. Mas quando tem a negligência familiar, fica complicado. O aluno que
falta muito tem sua aprendizagem escolar prejudicada. A família é notificada, a
criança volta a frequentar e depois volta a faltar, sem motivos significativos.
Deixa-me um pouco angustiada, por não estar conseguindo que determinado aluno
frequente. As desculpas são variadas, desde a distância, o não acordar a tempo
de vir, cuidar de irmãos para mãe trabalhar, etc. A pouca importância que algumas famílias dão aos
estudos de seus filhos, tem levado muitos alunos ao fracasso escolar. Algumas
pensam: “Eu não estudei e estou bem, trabalhando, o estudo não me fez falta eu
não gostava de estudar”. E por isso não incentivam seus filhos. Ainda bem que é
minoria.
A escrita
A necessidade de se comunicar através de códigos originou a escrita. Os primeiros vestígios são registrados bem antes da era Cristã. Através dessas produções, a humanidade chegou a atual escrita que usamos atualmente. O interessante de tudo isso é que o interesse pela escrita é desenvolvido em nós, e a escola tem um papel fundamental nesse processo. Eu como professora observei que o aluno tem interesse em aprender, mas vai depender também da metodologia usada pelo professor. Se o professor perceber no decorrer de suas atividades e práticas, às vezes, a necessidade de rever sua metodologia, irá fazer a diferença no aprendizado do aluno. A criança mesmo pequena, quando não sabe o que está escrito ela pergunta, ou ela inventa fazendo suposições sobre o que vê, porque tem interesse em saber o que aquela imagem ou escrita tem a dizer e ela tente de alguma maneira fazer rabiscos que para ela são escritas.
Mídia e o consumo na produção da infância moderna

A mídia é um poderoso espaço
produtor de culturas infantis. Dentre as várias infâncias constituídas,
torna-se cada vez mais evidente o quanto as crianças são compreendidas
atualmente como uma lucrativa possibilidade de investimento num tempo em que o
marketing infantil cresce vertiginosamente. Mudanças
nas relações estabelecidas entre adultos e crianças, bem como o surgimento de
uma nova produção da subjetividade em função da organização do cotidiano pela
mídia e o modo como a experiência das crianças, dos jovens e dos adultos vem se
transformando na sociedade de consumo. Temos multiplicadas e aprimoradas
estratégias de mercado destinadas às
crianças que geram pequenos e fiéis consumidores. Vivemos um tempo em que somas
significativas do orçamento de marketing brasileiro e internacional visam
atingir a criança de diferentes formas. Vivemos um tempo no qual nossas
crianças nasceram na era do consumo e são persuadidas para seguir as lições da
educação continuada ou para o ato de consumir. Isto é bastante evidente no dia
a dia da criança e do adolescente, quando eles procuram ir para a escola com
mochilas, roupas, calçados, matérias escolares de determinadas marcas,
divulgadas em comerciais da mídia. De alguma maneira o outro que não tem
condições de comprar, acaba se sentindo quase obrigado a adquirir, isto é, o
jovem dita a moda para sua “tribo”. A criança também é influenciada pelo colega,
a andar na moda.
Umas das normas da escola onde eu
trabalho, é o uso obrigatório do uniforme. Em minha opinião, esta medida é
muito importante, entre outras, impede
de alguma forma o desfile de modas, consumo desnecessário, ao mesmo tempo em
que alguns não se sentem constrangidos por não ter poder aquisitivo para tal
consumo.
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
A infância e a mídia

A infância moderna está refém da mídia.
Se não houver
uma participação mais efetiva do adulto, interferindo nos acessos às mídias, as
crianças permanecem muitas horas por dia diante do computador, celular e outros
aparelhos eletrônicos. Deixam de interagir pessoalmente com o outro e passam a
interagir com o meio virtual.
A mídia
interfere significativamente nos modos de viver da criança. Ela quase não
brinca com as outras crianças. Crianças brincando na rua, pouco se presenciam.
Talvez por causa da violência, cada vez maior e assustadora. E por isso os pais
permitem que seus filhos fiquem na interação virtual.
No mundo
moderno, as mães cada vez mais estão presentes no mercado de trabalho, e devido
a isso, tem pouco tempo com seus filhos, deixando-os mais tempo diante das
mídias. A mídia dita a moda e o consumo para as infâncias da modernidade.
Não quero
dizer que a mídia é algo ruim para a infância, mas que a criança precisa ser
monitorada pelo adulto. Que o exagero pode ser prejudicial, na formação da
personalidade, na construção do caráter, ética e noção de moral para essas infâncias.
Desafio da prática pedagógica
Para nós professores a prática pedagógica traz muitos desafios: como dar conta de fazer o aluno adquirir o conhecimento, na era pós- moderna, que tem muitos atrativos que interferem no interesse da criança e principalmente do adolescente em estar focado nos seus estudos. Para realizar as práticas são necessário ao professor além do conhecimento, a competência para desenvolver habilidades que possibilite ao aluno a aprendizagem de fato do conteúdo escolar.
O professor tem que ser
atento e observador do fazer discente.
Há algum tempo, quando eu trabalhei
numa turma de alfabetização, eu pensei que uma aluna estava lendo e escrevendo
sem dificuldades. Mas quando passei a observar melhor, percebi que ela não
sabia. Ela copiava da colega. Em tempo conseguimos reverter a situação.
Através da observação diária
podemos verificar como o aluno aprende e o que ele precisa aprender. Esta experiência,
percebo quando estou circulando entre
meus alunos, enquanto desenvolvem uma atividade. Vejo as maneiras diferentes
que eles tem para fazer suas tarefas.
Aprendemos que o aluno não é
uma tábula rasa, onde o professor deposita seu conhecimento, como se o aluno
nada soubesse. Partindo da realidade do aluno, a prática pedagógica vem
acrescentar o que ele ainda não sabe, permitindo uma aprendizagem
significativa. O desafio da prática docente é possibilitar um aprendizado de
qualidade contemplando as diversidades dentro da sala de aula.
Aprender a ler
O
ato de aprender a ler envolve processos desde a vontade de aprender até o
estímulo que vem do professor e da família. Ler nem sempre é uma tarefa fácil,
pois a criança precisa de um professor bem preparado para despertar nela o
interesse pela leitura.
Na disciplina de Alfabetização possibilitou
aprender que a criança é um ser ativo
que elabora hipótese sobre leitura e a
escrita. É dever do professor saber trabalhar os níveis de escrita em que a criança
se encontra para poder avançar em níveis
que ela esteja precisando superar, possibilitando a ela o ato de ler.
Em 2007 eu trabalhei numa turma de
alfabetização, antiga primeira série. Nos primeiros dias de aula fiz uma
testagem com cada aluno para saber em que nível se encontrava, para depois
criar com eles grupos de maneira em que cada grupo ficasse alunos de níveis
diferentes.
O
meu objetivo era que cada um ajudasse o outro. Trabalhamos vários gêneros textuais,
mesmo a criança não sabendo ler, isso a colocava diante de diversas escritas.
Reconheciam letras do seu contexto, e descobriam outras faziam ligações com seu
nome, nome dos colegas e parentes. Cantavam canções que conheciam e observavam
a escrita. Essa experiência foi muito boa, pois a aprendizagem do aluno partia
de um todo para partes. Enquanto que em outros anos eles partiam de uma parte (
letras e sílabas) para um todo. Foi possível constatar que a criança se
alfabetiza também e com possibilidades criar textos e frases criativas e não
frases como: “ A casa é bonita”. Ou “O Ivo viu a uva”. Quando se estava
trabalhando, por exemplo, a letra “v”.
sábado, 26 de setembro de 2015
História da educação
Depois de assistir a aula da interdisciplina: Escolarização, espaço e tempo na perspectiva histórica, ler e refletir sobre a história da educação em nosso país. Percebe-se que a educação vem mudando e nos últimos anos essa mudança tem sido mais rápida. Há uma necessidade em rever a educação temos na atualidade, para que queremos num futuro bem próximo. O mundo contemporâneo exige uma educação mais eficiente. Para isso é preciso que os professores estejam cada vez mais preparados para enfrentar as mudanças que vem e as que estão aí.
Psicologia e o estudo do comportamento
Na aula sobre o estudo do comportamento em
psicologia, podemos perceber muitos comportamentos do ser humano e o que o leva
a determinado comportamento. E o que chamou atenção foi o não para a criança
que está aprendendo a falar. Pois para estas é complicado por ser muito
abstrato. Eu nunca tinha pensado a respeito.
Filme Somos todos diferentes.

Cena do filme
O
filme retrata a falta de conhecimento das pessoas. E as consequências que isso
pode causar.
Se
fosse percebido que o menino tinha dislexia, teriam outra conduta.
Cada
vez mais devemos nos preparar para trabalhar a inclusão do contrário haverá a
exclusão
Não
basta perceber as diferenças, o professor tem que saber lidar com essas
diferenças e, quem sabe poder também estar ajudando a família a lidar com essa
situação.
Eu
tenho alunos de inclusão em minha sala de aula. Confesso que ás vezes me sinto
angustiada, pois a resposta que se tem deles é pouco diante de minhas
expectativas. Conto com o apoio das educadoras especiais, que me orientam
muito.
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