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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

REFLEXÃO SOBRE O MÉTODO PIAGETIANO


Esse método permite ver como a criança percebe o objeto a ser estudado, ou melhor, como se organiza em relação ao pensamento. O que para nós parece ser fácil e prático, e para que a criança consiga fazer ou perceber , precisará de um tempo para analisar, organizar e fazer de acordo com suas concepções.
Ao colocar os círculos dispostos um a um sobre a mesa e pedir para a menina Isa de cinco anos para organizar os dela igualmente, foi fácil. Foi perguntado se as duas fileiras tinham a mesma quantidade. Ela contou e disse que sim. Mas depois os círculos de uma fileira foram colocados distantes uns dos outros e os da outra fileira foram colocados bem próximos um dos outros e foi feito a pergunta se havia mais numa do que na outra e ela afirmou que a fileira que estavam com os círculos separados tinha mais. Isto é , ela não conservou o número.
 O método clínico serve para auxiliar o professor no sentido de compreender melhor como  seu aluno está organizando o pensamento, se ele tem a ideia de conservação ou ainda precisa adquirir.
Em outra situação o teste de colocar bolas de massinha de modelar em um copo com água e ver o que acontece com o nível da água, foi feito com o menino Eduardo de dez anos. Antes ´se pede que marque o nível da água e depois vem a pergunta : O que você acha que vai acontecer com o nível da água se colocar uma dessas bolinhas aí dentro? E ele responde que o nível da água sobe. Até onde você acha que vai? Ele marca e depois confirma. Outra pergunta:  se tirarmos a bolinha o que vai acontecer? E ele responde que o nível volta aposição inicial, e acaba confirmando. O mesmo procedimento é feito com duas bolinhas sendo colocada uma por vez.
Eu arriscaria dizer que o menino está fase operatória formal, embora esteja com dez anos, e foi feito apenas um teste. Estando nessa fase , ele é um menino que abstrai com facilidade, não necessitando do concreto para auxiliar em suas aprendizagens como em matemática.






sábado, 25 de novembro de 2017

Método Clínico Piagetiano


                       



Também conhecido como Provas operatórias, me ajudou a ver como pensam as crianças e que elas tem que passar pelos estádios, e que nem todas entram num estádio e superam este na mesma faixa etária.
E por encontramos algumas dificuldades em nossos alunos em operar com o abstrato. Queremos muitas vezes que desenvolva o cálculo que para ele não faz sentido, pois ele ainda encontra dificuldade em abstrair. Sendo necessário que este tenha ao seu alcance materiais manuseáveis, principalmente para a construção do número, embora que em outras disciplinas como ciências da natureza e outas seja importante esse contato para que aprendizagem seja significativa.
E o método clinico nos fornece o norte a seguir com nossos alunos, nos dá suporte teórico para a metodologia a ser desenvolvidas na sala de aula.
Me Lembro de dez anos atrás ter trabalhado numa turma de alfabetização, usando uma metodologia, após ter feito e  diagnosticado-os em cada nível em que o aluno se encontrava. Diante das classificações se formava  grupos heterogênicos para que houvesse uma interação entre as diversidades, partido do pressuposto em que o professor  apresenta o todo para se chegar as partes, isto utilizando de diversos jogos, literaturas e escritas. Para mim foi uma experiência válida e possível. Mas que exige um desgaste maior do professor porque ele vai ter que preparar trabalhos diferentes para os grupos e coordenar de maneira que não vá virar uma bagunça. Mas que o resultado foi muito bom. De 30 alunos, 3 não conseguiram se alfabetizar. E não foi  a alfabetização que muitos dos professores dizem por ai. Meus alunos saíram lendo e interpretando e escrevendo pequenos textos com sentidos, faziam cálculos de adição e subtração com retorno e reserva, bem como interpretar pequenos textos.
O que me chamou atenção neste ano, foi a fala de uma colega, que foi professora de um aluno que hoje é meu aluno, quando perguntei de se ele lia e interpretava, ela me respondeu que sim.
Perguntei então como era feito. Então ela me disse, "eu leio o texto e depois faço as perguntas e ele responde". Fiquei quieta, acredito que falta experiência e uma supervisão mais atuante.









2º Workshop de aprendizagem 2017




Estamos chegando num momento muito importante do semestre que é a apresentação do workshop de aprendizagem, que com certeza com novas aprendizagens adquiridas ao longo deste semestre.
Aprendi muito com as diferenças, as diversidades, a inclusão.
“Potencialização das capacidades de articulação das disposições étnico-políticas do sujeito professor, no sentido de compreender os movimentos de inclusão e exclusão nos processos educativos.” É a proposta do Eixo VI.
Durante todo o semestre foram propostas diversas  atividades nesse sentido, para que possamos estar cada vez mais preparados e saber lidar melhor com a diversidade.
Muitas descobertas e questões que nunca tinha me dado conta, tive a oportunidade de ser contemplada no decorrer das interdisciplinas.
Questões como, o perigo da história única, da história afro-brasileira ser contada por pessoas não negras e quase o  mesmo com os indígenas. A filosofia me oportunizou ser mais crítica, crítica com argumentos e não a crítica pela crítica, tem que haver um fundamento, a psicologia me fez repensar como pensam os sujeitos enquanto sujeito e que estão dispostos a prender, mas que nós educadores temos muitas vezes descobrir como eles constrói seus conhecimentos para que o professor possa estar utilizando as ferramentas que possibilite essa aprendizagem , e saber como lidar e interagir com pessoas com necessidades educacionais.
Em uma pequena reunião em minha escola, onde tivemos que que o número de alunos por turma com alunos de inclusão, me chamou atenção que uma pessoa da secretaria da educação que estava incumbida de ver esta situação, se referiu ao aluno com DI, como  DM, ela deveria se informar melhor dos termos a ser utilizado, embora eu falei Com Deficiência Intelectual, ela pareceu ignorar
Aprendi que o embasamento teórico é muito importante no desenvolvimento de um trabalho, para que este tenha uma veracidade é preciso de argumentos coesos e fundamentados.
Não sei o que vai ser pedido como formato do texto que vai compor a síntese.
Mas sei que as orientações fornecidas são muito importantes, porque nos dá um norte para redigir o texto argumentativo dissertativo.
Estou melhorando a cada dia para redigir um texto dissertativo argumentativo, mas muito ainda tenho que aprender. Nas orientações do professor da Interdisplina Seminário Integrador de eu tenho que dialogar melhor com os autores, tem me ajudado. Estou procurando melhorar nesse quesito. Sinto que preciso aumentar mais minha escrita, mas com um tempo que está cada vez mais breve, vou ter que melhorar.

  Estou ansiosa aguardando as próximas orientações para o segundo workshop 2017.