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domingo, 29 de maio de 2016

Bilinguismo


 





A filosofia educacional para surdo defende a ideia de que a escola deve ser bilíngue para surdos. Concordo com o professor defende que o bilinguismo não deve ser só para surdos, mas para todos os estudantes desde a educação infantil, pois o Brasil tem em torno de cinco milhões de surdos.
Eu como professora, teria dificuldades em alfabetizar alunos surdos que não tivesse noção libras. Defendo a ideia de que o alfabeto colocados nas salas de aula,  devem ter além do alfabeto da Língua portuguesa, o alfabeto em libras e em braile. Pois assim o aluno terá  uma pequena noção de outras forma de comunicação.

Libras é primeira língua do surdo e a Língua portuguesa é a segunda língua. Para o aluno ouvinte acontece ao contrário. Por isso a importância do bilinguismo na escola.

Intérprete de Libras


Resultado de imagem para imagens de libras

            Intérprete de Libras


Em alguns anúncios de programas televisivos, costuma-se ver um intérprete de libras em uma tela minúscula, que acaba dificultando a visualização. Foi um dos comentários do professor de Libras. Espero que com o tempo isso mude. Outra questão aborda nessa aula a legenda para surdo nos filmes brasileiros. Eu não tinha percebido esta “falha”, já que vivemos numa sociedade inclusiva.
A imagem acima mostra um exemplo do que comentei. A imagem do intérprete  aparece muito pequena.




LIBRAS

                   
      A aula de Libras contribuiu significativamente para o meu conhecimento. Eu sempre quis aprender a língua de sinais, mas sempre achei muito complicada, talvez porque tenho dificuldades na coordenação. A aula foi esclarecedora. Aprendi como devo me referir à pessoa que não ouve, dizendo que é surdo e não surdo-mudo termo muito usado  há alguns anos. Na minha sala de aula de eu tinha exposto um alfabeto onde constava o alfabeto da Língua portuguesa, Libras e Braile. Trabalhei leituras a respeito e escrita de palavras.
Eu tive pouco contato com pessoas cegas e com pessoas surdas.
Mas fiz questão  de mostrar ao meu aluno que existe outros alfabetos  que usamos em nosso país para nos comunicar com pessoas surdas e pessoas cegas.
 Foi bastante significativo, pois os alunos me ajudaram a montar o alfabeto em libras, pintando as figuras das mãos e pintar os círculos que representam as letras em braile.

Escreveram o nome deles e outros nomes. As aulas foram muito boas do ponto de vista deles, pois se empenharam com entusiasmo.