sábado, 25 de novembro de 2017

Método Clínico Piagetiano


                       



Também conhecido como Provas operatórias, me ajudou a ver como pensam as crianças e que elas tem que passar pelos estádios, e que nem todas entram num estádio e superam este na mesma faixa etária.
E por encontramos algumas dificuldades em nossos alunos em operar com o abstrato. Queremos muitas vezes que desenvolva o cálculo que para ele não faz sentido, pois ele ainda encontra dificuldade em abstrair. Sendo necessário que este tenha ao seu alcance materiais manuseáveis, principalmente para a construção do número, embora que em outras disciplinas como ciências da natureza e outas seja importante esse contato para que aprendizagem seja significativa.
E o método clinico nos fornece o norte a seguir com nossos alunos, nos dá suporte teórico para a metodologia a ser desenvolvidas na sala de aula.
Me Lembro de dez anos atrás ter trabalhado numa turma de alfabetização, usando uma metodologia, após ter feito e  diagnosticado-os em cada nível em que o aluno se encontrava. Diante das classificações se formava  grupos heterogênicos para que houvesse uma interação entre as diversidades, partido do pressuposto em que o professor  apresenta o todo para se chegar as partes, isto utilizando de diversos jogos, literaturas e escritas. Para mim foi uma experiência válida e possível. Mas que exige um desgaste maior do professor porque ele vai ter que preparar trabalhos diferentes para os grupos e coordenar de maneira que não vá virar uma bagunça. Mas que o resultado foi muito bom. De 30 alunos, 3 não conseguiram se alfabetizar. E não foi  a alfabetização que muitos dos professores dizem por ai. Meus alunos saíram lendo e interpretando e escrevendo pequenos textos com sentidos, faziam cálculos de adição e subtração com retorno e reserva, bem como interpretar pequenos textos.
O que me chamou atenção neste ano, foi a fala de uma colega, que foi professora de um aluno que hoje é meu aluno, quando perguntei de se ele lia e interpretava, ela me respondeu que sim.
Perguntei então como era feito. Então ela me disse, "eu leio o texto e depois faço as perguntas e ele responde". Fiquei quieta, acredito que falta experiência e uma supervisão mais atuante.









2º Workshop de aprendizagem 2017




Estamos chegando num momento muito importante do semestre que é a apresentação do workshop de aprendizagem, que com certeza com novas aprendizagens adquiridas ao longo deste semestre.
Aprendi muito com as diferenças, as diversidades, a inclusão.
“Potencialização das capacidades de articulação das disposições étnico-políticas do sujeito professor, no sentido de compreender os movimentos de inclusão e exclusão nos processos educativos.” É a proposta do Eixo VI.
Durante todo o semestre foram propostas diversas  atividades nesse sentido, para que possamos estar cada vez mais preparados e saber lidar melhor com a diversidade.
Muitas descobertas e questões que nunca tinha me dado conta, tive a oportunidade de ser contemplada no decorrer das interdisciplinas.
Questões como, o perigo da história única, da história afro-brasileira ser contada por pessoas não negras e quase o  mesmo com os indígenas. A filosofia me oportunizou ser mais crítica, crítica com argumentos e não a crítica pela crítica, tem que haver um fundamento, a psicologia me fez repensar como pensam os sujeitos enquanto sujeito e que estão dispostos a prender, mas que nós educadores temos muitas vezes descobrir como eles constrói seus conhecimentos para que o professor possa estar utilizando as ferramentas que possibilite essa aprendizagem , e saber como lidar e interagir com pessoas com necessidades educacionais.
Em uma pequena reunião em minha escola, onde tivemos que que o número de alunos por turma com alunos de inclusão, me chamou atenção que uma pessoa da secretaria da educação que estava incumbida de ver esta situação, se referiu ao aluno com DI, como  DM, ela deveria se informar melhor dos termos a ser utilizado, embora eu falei Com Deficiência Intelectual, ela pareceu ignorar
Aprendi que o embasamento teórico é muito importante no desenvolvimento de um trabalho, para que este tenha uma veracidade é preciso de argumentos coesos e fundamentados.
Não sei o que vai ser pedido como formato do texto que vai compor a síntese.
Mas sei que as orientações fornecidas são muito importantes, porque nos dá um norte para redigir o texto argumentativo dissertativo.
Estou melhorando a cada dia para redigir um texto dissertativo argumentativo, mas muito ainda tenho que aprender. Nas orientações do professor da Interdisplina Seminário Integrador de eu tenho que dialogar melhor com os autores, tem me ajudado. Estou procurando melhorar nesse quesito. Sinto que preciso aumentar mais minha escrita, mas com um tempo que está cada vez mais breve, vou ter que melhorar.

  Estou ansiosa aguardando as próximas orientações para o segundo workshop 2017.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

As Crianças indígenas, segundo Daniel Munduruku


Daniel nos fala um pouco da educação indígena e eu achei interessante a fala dele sobre a literatura indígena ser desconhecida e ser mal compreendida no contexto de Brasil. Ele destaca o fato do índio ser visto só como os primeiros habitantes, parecendo assim  ser uma coisa do passado.
Eu não lembro de ter lido alguma literatura indígena. Daniel fala também do patrimônio imaterial, o do conhecimento, da cultura...

A educação das crianças indígenas não é algo que se dá de uma vez, a educação é um processo. Percebi que a maneira de como é educada a criança, lembra a teoria de Vygostski, que fala da interação do indivíduo com o meio e de Piaget, que fala da interação com o objeto. Pois a criança indígena  é só uma criança e não pode ter a preocupação de querer ser adulto. Ela precisa brincar para desenvolver sua criatividade e que jogos e brincadeiras são fundamentais, a criança que não brinca não cresce equilibrada. As palavras de Daniel sobre a educação da criança e dos cuidados que os adultos têm para com elas deixam bem claro que o índio tem a preocupação com a formação de suas crianças e que a pessoa tem que viver cada fase de sua vida. Isto lembra as etapas e estádios do desenvolvimento humano na teoria piagetiana.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Uma reflexão sobre história única

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Assisti ao vídeo de uma nigeriana chamada Chimamanda Adichie, sobre o perigo da história única. Onde ela faz várias abordagens que possibilitam pensar sobre o perigo de se repetir a mesma história, sem dar a oportunidade de ver outras versões da mesma história. Ela disse que história tem sido feita para expropiar e tornar malígno.
Então eu remeto essa frase a escravidão no Brasil, o que fez a história na vida dos africanos que vieram para cá na condição de escravos?
Será que eles só conseguiram serem escravos, não contribuíram em nada com o Brasil, a não ser a mão de obra gratuita? Mas é o que a história passou nos bancos escolares.
O indígena como a história conta suas situações? Suas contribuições?
O que a história repetida muitas vezes fez com a aprendizagem dos alunos?
Como mencionou Chimamanda, que muita gente que se refere a África como um país. E diz mais, que as histórias podem também ser usadas para capacitar e humanizar. Que a história pode destruir a dignidade de um povo, mas também pode reparar essa dignidade perdida.
A nigeriana citada aqui, me fez pensar sobre essas questões, de quanto é importante ter conhecimento e ver que não existe um lado só , não devemos por uma única ótica. 

O perigo da história única

             



A contadora de história Chimannda adichie, me levou a várias aprendizagens e refletir sobre o perigo da história única. “Ela disse: nós somos impressionáveis diante de uma história”. Eu na maioria das vezes fiquei com história única contada nos bancos escolares, sem nenhum questionamento.
O acreditar como verdade tudo que foi passado como história fez de mim uma pessoa passiva, sem maiores questionamentos, fácil de ser manipulada pelos veículos de comunicação. Mas com o passar dos tempos a gente vai aprendendo e depois desse vídeo vi o quanto é perigoso a história única. Assim foi na história do negro no brasil. “ mostre um povo como uma coisa, como somente uma coisa repetidamente e será oque eles se tornarão” falou Chimannda.  E a Chimannda fala que a consequência de uma história única é que ela rouba das pessoas sua dignidade.
E eu afirmo que por muitos anos foi roubada a dignidade do povo negro brasileiro. E até hoje a luta continua para que sejamos reconhecidos como cidadãos com direitos de ir e vir.
Segundo a autora, histórias podem destruir a dignidade de um povo, mas histórias podem reparar essa dignidade perdida.
Na atualidade percebo que o nosso país está se esforçando para recuperar a dignidade perdida tanto do negro quanto a  do índio, mas muito ainda tem que ser feito, pois a história única causou muitos prejuízos a essas etnias.
Finalizo com mais um pensamento de chimannda” quando nós rejeitamos uma única história, quando percebemos que nunca há apenas uma história sobre nenhum lugar nós reconhecemos um tipo de paraíso”.


sábado, 14 de outubro de 2017

Diversidade






Segundo o dicionário Escolar ( 2009, p.184), diversidade é diferença; dessemelhança. Aquilo que é diferente, faz parte da diversidade, isto é as diferenças formam a diversidade.
Neste contexto há várias diversidades. A diversidade destacada aqui será as diferenças entre os seres humanos nas questões de cor de pele, de identidade de gêneros, de necessidade educacionais especiais.
Por ser único, o indivíduo faz parte de uma sociedade e precisa inter-relacionar-se.
Na inter-relação as diferenças são percebidas e muitas vezes são tratadas como algo ruim.  E por esse motivo estabelecem comportamentos que muitas vezes prejudicam o outro, que por sua vez não está enquadrado nessa regra.
A sociedade está através movimentos sociais e da educação, procurando conviver melhor com a diversidade. Mas muito ainda tem a evoluir nesse sentido, pois ainda encontramos vários tipos de preconceitos e até de discriminação.
Preconceito e discriminação estão presentes no cotidiano de nossas sociedades.
A escola tem papel relevante no que diz a respeito de trabalhar a questão de diversidade, para formar cidadãos mais conscientes de seus direitos e de saber respeitar os direitos do outro. Saber respeitar as diferenças. A escola promove a inclusão. Pois incluir é sair da escola dos diferentes e promover a escola das diferenças ( Mantoan)


Modelos epistemológicos


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Os modelos epistemológicos e as pedagogias na prática diária da sala de aula.
Eu me identifiquei mais com o apriorismo, pois não considero o aluno como alguém sem conhecimento e que tudo que ele aprende é a escola na pessoa do professor, que ensina, mas que o aluno traz consigo algum conhecimento e a partir desse conhecimento, ao interagir com o outro e tendo um mediador, faz com que ele assimile novos conhecimentos que poderão modificar ou ampliar o que já possuía.
Em minhas aulas faço indagações para levar o aluno a chegar a alguma conclusão. Por que se eu fornecer as respostas, farei do aluno um mero reprodutor de conteúdos trabalhados em aula. Impedindo que haja uma aprendizagem significativa.
Mas fazendo com que o aluno perceba e consiga por em prática o que aprendeu, com certeza essa aprendizagem terá significados.
Confesso que gostaria de estar trabalhando o construtivismo, mas ainda encontro dificuldade em praticá-lo. Preciso de mais conhecimento a respeito do construtivismo. Saber o que é e como coloca-lo na prática com o meu aluno, articulando com o conteúdo a ser trabalhado.
Referência:
BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento. Fernando Becker. 2ª ed. Porto Alegre; Penso, 2002.

Questões étnico- raciais




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As questões étnico-raciais precisam ser debatidas sempre. Questões envolvendo raça ou cor não deveriam ser motivos para desencadear tantos conflitos, atritos ou exclusões. Pois independente da cor da pele, existe um ser humano que tem sentimentos, princípios e valores. O caráter independe da cor que o indivíduo tem. Não é  a cor que faz do sujeito mais ou menos inteligente.
Em nossa primeira aula desta interdisciplina  a professora trouxe poemas e escritas de autores negros que escreveram sobre suas vivências. Contam as histórias a partir de seu contexto.
Li o livro O quarto de despejo, há alguns anos. É um livro interessante, porque a autora conta a sua história tal como ela é, sem rodeios ou com palavras que suavizam a realidade. A autora narra a sua realidade, de acordo com o seu ponto de vista.
Questões étnico-raciais vão além do que foi abordado nos livros didáticos sobre o negro e o índio nesse país. Necessita rever algumas questões no sentido da contribuição desse povo, na cultura, no modo de viver, na influência que exercem na atualidade.
O negro está presente na sociedade, lutou para isso. Lutou e continua lutando para ser reconhecido como cidadão que tem direitos de ir e vir como qualquer outro cidadão.
O índio em suas aldeias vivem a cultura, lazer e educação, trabalhando como todo o cidadão brasileiro. Nos livros didáticos são retratadas uma realidade distante da que vive o indígena atualmente. Causando assim uma confusão na aprendizagem do aluno, parecendo que existiram no passado.
O índio luta para manter sua cultura, seu povo e para viver com dignidade.
Essa interdisciplina me trouxe várias reflexões nesse sentido.

A história pode prejudicar a dignidade de um povo, quando ela é repetida várias vezes do mesmo jeito e quando omite ser contada por quem vivenciou a história de fato, por quem sentiu a realidade dessa história. 

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Aprendizagem





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O ser humano vai aprendendo durante toda a vida. “Nascer e ingressar em um mundo onde se é obrigado a aprender” ( Charlot, 2000, p.84).
Nasce dependente, sozinho não sobrevive, pois precisa se alimentar, se vestir, locomover, etc. essa dependência possibilita a aprendizagem. O ser humano então vê a necessidade de aprender, mesmo que por acaso ou intencionalmente. Na aprendizagem estão envolvidas questões que parecem simples como reforço, emoção e transferência. Nas diferentes dimensões desde as filosóficas, históricas e até psicológicas fazem parte do contexto de aprendizagem.
A curiosidade como elemento importante na construção da aprendizagem faz parte do universo da criança. O educador tem o papel fundamental: instigar na criança essa curiosidade para o ato de aprender.
Nossos alunos estão sempre aptos a aprender, cabe a nós educadores saber despertar no aluno a vontade de aprender.



terça-feira, 29 de agosto de 2017

AS INTERDISCIPLINAS 2017/2: minhas expectativas em relação às interdisciplinas


            No segundo semestre deste ano teremos Psicologia II. A psicologia é sempre bem vinda, pois temos que, e precisamos compreender  melhor os nossos alunos e as pessoas com as quais convivemos no nosso cotidiano, para um relacionamento melhor. A psicologia  nos fornece suportes teóricos e práticos para que como professores possamos entender o comportamento humano e poder estar lidando melhor com o aluno.A interdisciplina sobre a educação de pessoas com necessidades especiais é parte relevante em nossa licenciatura. Há alguns anos atrás esse assunto não era abordado com muita ênfase nos bancos das universidades. Saber trabalhar com pessoas com necessidades educacionais especiais se faz necessário ,pelo fato de estarmos trabalhando em escolas de inclusão. Muitos de nós professores não nos sentimos preparados para lidar com a inclusão. Penso que será de grande auxílio essa interdisciplina em nossas vidas e  nas práticas docentes. Embora eu tenha participado de cursos de formação continuada na área da educação especial e ter feito uma pós em educação inclusiva, acredito que sempre é proveitoso estar adquirindo conhecimentos nessa área. Temos que fazer a diferença na vida escolar de nossos educandos. E de encontro ao que mencionei Boaventura afirma “ Temos o direito de ser diferente quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza , alimente ou reproduza as desigualdades”. De acordo com a fala desse autor, penso que ao trabalhar com a inclusão temos que ter a consciência de que ao invés de incluir, estar excluindo o aluno, e como isto acontece?  Acontece quando lido com ele totalmente diferente dos demais, tratando-o muitas vezes como incapaz, pessoa digna de pena e em muitos momentos menosprezando suas capacidades. Acredito que eu como professora devo direcionar meu foco para as potencialidades do meu aluno sempre o incentivando e mostrando que ele é capaz.A filosofia, uma das interdisciplinas desse semestre, é importante para o conhecimento, pois nos leva a pensar e refletir sobre vários aspectos. Nós seres humanos precisamos pensar e repensar sempre. Pensar com o auxilio de estudos filosóficos só irá enriquecer cada vez mais o nosso conhecimento.A questão étnica racial, outra interdisciplina, se faz importante para nos auxiliar em nossas aulas como professores e na  vida cotidiana, também precisamos lidar com as questões raciais, questões de preconceitos ao que é diferente do convencional, estipulado por uma sociedade que dita o que é convencional. Essa questão precisa ser discutida e rediscutida em todos os setores, sendo o principal, as salas de aula, faz parte da formação do cidadão. As minhas expectativas para o segundo semestre são muito boas, pois acredito que o Eixo 6, vai nos trazer ótimas abordagens, como vem acontecendo nos eixos anteriores. A cada semestre os nossos conhecimentos vão evoluindo.




Fim do primeiro semestre e início do segundo

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 Chegamos aofFim de um recesso que foi proveitoso para descansar a mente. Será que se descansa a mente? Mas enfim, serviu para também refletir sobre organizações para o próximo semestre, para que não me sinta tão atarefada com as atividades das interdisciplinas.
Para trás ficou o tempo que me proporcionou grandes aprendizagens que levaram a novos conhecimentos. Conhecimentos estes que com certeza já estão fazendo a diferença no meu cotidiano, tanto na vida profissional quanto na pessoal.

Síntese Reflexiva

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A cada final de semestre nos é proposto fazer uma síntese reflexiva do semestre.
A síntese é o momento em que se faz uma reflexão e se expõe na teoria todas as aprendizagens adquiridas ao longo do semestre nas interdisciplinas.
No semestre I de 2017, para fazer a síntese nos foi apresentado 3 grandes temas para ser abordado durante o desenvolvimento da escrita e dentro desses temas estavam palavras chaves para fazer parte do contexto escrito, sendo a nossa escola de atuação como foco principal.
Esta síntese para mim, foi bastante significativa, pois coloquei na teoria o que vivenciei na prática, sem deixar de lado o embasamento teórico, sugerido nas orientações para realizá-la, fornecendo assim um referencial do que eu escrevi.
Na síntese reflexiva se faz a “visualização” do que se aprendeu. Possibilita assim uma reflexão sobre o que se aprendeu e como  se desenvolve as aprendizagens.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Workshop de Avaliação

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                 No dia 25 de julho, foi o dia em apresentei mais um workshop de avaliação.
O workshop é o ponto máximo das aprendizagens, pois é onde concluímos o que aprendemos no semestre.
A avaliação tem ocorrido durante o desenvolvimento das aprendizagens nas interdisciplinas, tendo o workshop como ponto culminante das aprendizagens. De acordo com Hofmann ( 2000) a avaliação mediadora se desenvolve em benefício ao educando e dá-se fundamentalmente pela proximidade entre quem educa e quem é educado. Esse procedimento de avaliação é presente em todos os semestres cursados até aqui.
Eu como professora também faço as avaliações das aprendizagens de meus alunos, durante o decorrer das atividades propostas. É nas observações diárias que percebo o que eles estão aprendendo e o que eles precisam aprender e como aprendem. Também percebo no que devo recuar em conteúdos para resgatar alguns conteúdos em que a  aprendizagem não ficou boa.
 A cada workshop, ficam evidentes as aprendizagens adquiridas ao longo do semestre.