quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Números e operações




Os números e operações estão no nosso dia a dia.
Estamos constantemente envolvidos com números; sejam para quantificar, para indicar uma ordem, identificar local, identificar coisas e pessoas, preços e outros. De várias maneiras podemos trabalhar o número com o nosso aluno. E trabalhando o número, o aluno vai percebendo as operações envolvidas em cada situação.
Materiais didáticos manipulativos são relevantes para a construção do número, para que o aluno aprenda a utilizar as operações adequadas quando estiver lidando com histórias matemáticas, ou em situações de seu cotidiano.
A proposta de utilizar recursos como modelo e materiais didáticos na sala de aula, não é atual. Desde que Comenius publicou sua Didactica Magna, recomenda-se que recursos dos mais variados sejam utilizados nas aulas para uma boa aprendizagem.
Com materiais manipulativos, como nos propôs o professor de matemática, Rodrigo, as aulas de matemática ficam mais interessantes e significantes para o aluno.

Em minhas aulas, eu tenho cada vez mais utilizando de recursos manipulativos e sinto que os meus alunos ficam mais interessados.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

A experiência em ciências

          Na aula de ciências pude ver como é importante ensinar demonstrando através de experiência. A experiência aguça a curiosidade antes e depois da atividade. Pois o aluno tem uma ideia do porque, mas falta-lhe a explicação cientifica. E quando se explica algo na teoria e não o fazemos na prática, faz com que o aluno deixe de atribuir significados a essa aprendizagem. Ele deixa elaborar hipóteses, criar significados.
        Os meus alunos fizeram e puderam ver porque a água não saia do saco plástico após ser perfurado várias vezes com o lápis.
         Conseguiram perceber que o ar ocupa espaço, já que eu estava trabalhando o ar com eles.

Alfabetizar matematicamente

      A alfabetização também acontece em matemática segundo as autoras Edvânia Lourenço, Vívian Baiochi e Alessandra Teixeira, publicado em um artigo sugerido pelo professor de matemática.
      Eu não tinha percebido a importância da alfabetização matemática nos anos iniciais. A construção do número é uma forma de alfabetizar em matemática. É quando a criança percebe as quantidades e consegue representar e ter a noção do representa aquela quantidade.
Às vezes o aluno vai dividir uma quantia x pelo valor y e o quociente obtido é maior que o dividendo. Ele não consegue perceber as quantidades envolvidas e perceber o erro.
Outro exemplo  é quando está subtraindo e a diferença é maior que o minuendo.
Eu como mediadora desse conhecimento, faço perguntas a ele, levando a perceber o erro.

O ensino de cartografia

                    A introdução da criança ao ensino da cartografia inicia-se nas séries iniciais, aonde a mesma vai aprendendo as bases do sistema de coordenadas, seguindo assim o processo de aprendizado aonde o conhecimento vai sendo passado de acordo com a evolução de seu aprendizado.
             De alguma maneira se trabalha noções de cartografia quando trabalhamos lateralidade, quando pedimos para o aluno desenhar  o trajeto que faz de casa até a escola. Falta aprofundar como quantas quadras, esquerda direita. A criança pequena quando perguntada onde mora, geralmente responde que perto da casa tal.
              Percebi que alguns alunos não sabem dizer seu endereço completo.
            Quando trabalhei os quatro pontos cardeais, dentro da sala até conseguiam se localizar, mas no pátio tinham dificuldades em dizer, por exemplo, se a cozinha ficava no oeste ou leste.
           Sinto a partir do texto lido que é importante o estudo da cartografia.

domingo, 23 de outubro de 2016

Construtivismo x transmissão de conhecimento



             No modelo Construtivista de ensino, baseado nos fundamentos teórico-metodológicos de Piaget e Vigotsky, procura-se entender o ensino como uma relação dialética entre sujeito e objeto, ou seja, já não se pode separar o processo de ensino do processo de aprendizado, ambos se dão em conjunto. Assim, só é possível ensinar quando há alguém aprendendo.
                Nessa perspectiva, considera-se o ser humano como sendo um sujeito que já tem alguma coisa consigo, todas as crianças sabem coisas, e esse conhecimento prévio deve ser aproveitado no processo de ensino-aprendizagem (termo que reflete essa posição construtivista).
               Essa ideia  presenciei na aula de ciências com a experiência do saco plástico cheio d água em que era perfurado com vários lápis, e não se esvaziou. Ali fomos provocadas a pensar por que a água não saia. Assim podemos fazer essas provocações com o nosso aluno, onde ele constrói seu conhecimento.
Com meus alunos, ao introduzir a leitura de um livro, perguntei o que eles fariam se encontrassem um tesouro. As respostas foram variadas desde comprar casa para seus pais, ajudar pessoas necessitadas e a fazerem uma viagem para bem longe. Logo em seguida o que fariam se estivessem correndo perigo de vida por causa deste tesouro e as respostas foram desde devolverem ao local a fugir com a família para um lugar bem longe.                 Depois das respostas convidei- os a lerem um livro em que, numa aventura de cinco amigos aconteceu de eles encontrarem um valor alto em dinheiro e a partir daí muita coisa acontece.
Os alunos ficaram empolgados para ler, eu inclusive digitei as respostas dadas e as expus na feira de livro da escola. Eles construíram maquetes, o trabalho ficou bem interessante.
                   Nesse contexto, a função do educador é de “criar as condições para que o aluno possa exercer a sua ação de aprender” (WEISZ, 2002, p. 23). O professor é um mediador entre o conhecimento (objeto) e o aluno (sujeito), favorecendo a relação dialética entre ambos.
                Transmissão de conhecimento, o papel do professor é basicamente o de transmitir certos conteúdos que são predefinidos e constituem o próprio fim da existência escolar. Pede-se ao aluno a repetição automática dos dados que a escola forneceu ou a exploração intelectual dos mesmos. O professor exerce o papel mediador entre o aluno e os modelos culturais. Simplificando pode-se dizer que o professor é o agente e o aluno o ouvinte.
                  Confesso que algumas vezes acontece a transmissão de conhecimento. Quando eu explico um conteúdo ao meu aluno e depois faço algumas perguntas para ver se entenderam. Transmito conhecimento quando cobro de meus alunos alguns exercícios de matemática. Mas estou procurando mudar. Talvez porque ainda não domino o construtivismo.


Ensino de Matemática


          É sabido que, todos ao ingressar na escola, trazem consigo uma bagagem de saberes adquiridos no convívio familiar e também no social. Esses conhecimentos devem ser aproveitados, pois o seu descarte acarretará na quebra de esquemas mentais que com muito esforço foram construídos nas mentes das crianças a fim de dar-lhes sustentabilidade e possibilidades de compreensão do mundo ao qual estão inseridas ( Robison de Sá).
Na aula de matemática o professor nos propôs um jogo com cartas que envolvia quantidade, algarismos, seriação e classificação e o jogo partiu de conhecimentos prévios que nós tínhamos.
         Em minhas aulas eu tenho procurado a partir do que o aluno já tem construído sobre conceitos matemáticos, introduzir os conteúdos propostos pelo programa escolar. Como por exemplo ao introduzir divisão, eles começaram repartindo feijões dentro de copinhos de café; depois viram a forma escrita do que estavam fazendo; perceberam que aqueles copos com feijões representavam a multiplicação na hora de encontrar o quociente.
           A criança nesta fase aprende mais com o concreto do que com o abstrato e a matemática sem uma contextualização se torna muito abstrata.


Mudança na forma de entender o portfólio

Eu tenho percebido pouca mudança em mim.
            Sei que o portfólio é o registro de minhas aprendizagens.
           Minhas dificuldades e encontrar as palavras certas para colocar aqui, tem me tornado restrita. Pois ainda não consigo contemplar todos os critérios criados por nós em nossas aulas. Sinto que falta algo.
              Vou seguir pesquisando para entender melhor o portfólio.







Significado do portfólio




Definição de portfólio:
”É pensar sobre o próprio percurso de aprendizagem”
    Permite uma avaliação formativa mais contextualizada, mais participativa e mais reflexiva. Pode analisar o seu trabalho fazendo a sua própria
autoavaliação e auto regulação das aprendizagens.
        O portfólio para mim significa postar minhas aprendizagens. Mas eu tenho  encontrado muitas dificuldades em escrever aquilo que eu aprendi ou pratiquei com meus alunos dentro dos contextos apresentado durante as aulas de pedagogia.
          Mas tenho me esforçado para conseguir me expressar aqui.

Sinalizando



                       Eu  pouco tive contato com Libras a minha vida toda. A interdisciplina de Libras  proporcionou-me um maior conhecimento, a configuração das mãos, expressões faciais que são muito importantes na sinalização. Libras na minha opinião deveria estar no currículo do Ensino Fundamental, pois cada vez mais a criança está vendo na mídia , imagens de pessoas sinalizando.e com certeza não encontraríamos muitas dificuldades em fazer o uso de Libras, seria assim mais uma língua a ser aprendida pelo aluno, possibilitando assim uma interação com a pessoa surda.


Epistemologia genética



                                     As questões epistemológicas interessaram a Piaget desde sua juventude. A epistemologia é utilizada comumente para designar o que chamamos a teoria do conhecimento. Tal modelo teórico explica o desenvolvimento da inteligência, tendo como conteúdo básico a ação do sujeito que interage com os objetos, construindo, a partir dessas ações, formas e/ou estruturas de inteligência que lhe permitem, cada vez mais, adaptar-se ao mundo em que vive. Os trabalhos do autor, na psicologia, conduziram-no à ideia da utilização do modelo lógico-matemático como meio de análise e instrumento de descrição do funcionamento e do desenvolvimento da inteligência. Para o autor, o conhecimento não pode ser simplesmente imposto pelo meio ao sujeito, como um reflexo das propriedades do ambiente (empirismo), tampouco estaria inteiramente pré-formado no sujeito, apenas aguardando a maturação (apriorismo). A outra novidade da sua teoria é a abordagem empirista que explica que a construção do conhecimento pelo ser humano é fruto das interações do sujeito com o seu meio. Segundo a Teoria Epistemológica Genética, conforme surgem solicitações do meio, as estruturas da inteligência vão se construindo e, a partir de novas solicitações, o sujeito tem a possibilidade de reorganizá-las, vivenciando constantes mecanismos de assimilação de novos objetos a esquemas já existentes e mecanismos de ampliação do conhecimento denominados acomodação. É no convívio com outras crianças e com o meio é em que ela está inserida, que a criança constrói seu conhecimento. Daí a importância da escola e do professor para mediar o conhecimento. Nós professores podemos fazer da nossa mediação um meio para a construção conhecimento do aluno, instigando no aluno a curiosidade, a vontade de pesquisar e aprender. Eu procuro provocar nos meus algumas curiosidades, como por exemplo, como construir gráficos. Pedi a eles que trouxesse metro, fita métrica, trena, algo que medisse. Então dei alguns itens para eles medirem no pátio e na sala de aula. Com os dados montamos tabelas e construímos gráficos. Foi muito bom porque eles discutiam entre eles com as medidas davam diferentes, pediam para ir medir outra vez pra ver quem estava certo. Compararam as medidas de suas alturas com a realidade. Como por exemplo, um colega disse que media 1 metro e 49 centímetros, e o outro diz: - Como se eu sou mais alto do que tu. E lá iam se medir outra vez.





quinta-feira, 21 de julho de 2016

Ou isto ou aquilo

               


                           Em uma das atividades de Literatura foi sugerido que trabalhássemos poesias com os nossos alunos. Eu já havia trabalhado antes outras poesias, como algumas de Pedro Bandeira, Carlos Drumond, etc.
Mas por conta de literatura trabalhei Ou isto Ou aquilo de Cecília Meireles.
Foi muito bom, apresentei os versos faltando uma palavra e cada aluno teria que completá-lo com uma palavra. Esta atividade levou o aluno a pensar, pois queriam colocar a palavra igual a a autora, mesmo eu dizendo que eles poderiam escrever a palavra que tivesse de acordo com a opinião deles e que não saísse do contexto. Interagiram um com o outro, compararam suas escritas, deram opiniões.



Autoavalição









           Ao longo do primeiro semestre, com certeza aprendi muito. Senti que faltou eu me organizar melhor com o tempo,  percebi que me perdi com relação ao desenvolvimento de algumas interdisciplinas: fui tentando eliminar uma a uma e acabei deixando Libras e Música por último, isto ficou parecendo que eu não fiz ou não me interessei em fazer dentro do tempo hábil. Na verdade tentei desenvolver todas as doze de Ludicidade e, depois Seminário Integrador, por ter uma carga horária maior e mais atividades, para então concluir as demais.
Mas no final fica mais uma aprendizagem além da organização do tempo: devo fazer todas paralelamente. Prometo para o próximo semestre que vou melhorar.

Encerrando mais um semestre



           

                   O primeiro semestre de 2016 chega ao fim e com ele mais aprendizagens em minha bagagem. A cada semestre renovam e adquiro novas aprendizagens, algumas são editadas, porque o conhecimento nos permite reeditar ou até editar, No decorrer do curso consigo perceber algumas mudanças em minhas práticas, agora com referencial do curso de pedagogia, que muito vem acrescentando novos conceitos aos meus conhecimento.
          Chegou o momentos de apresentar minhas aprendizagens: A Síntese Reflexiva e por fim o Workshop de Aprendizagem.
A síntese é como o próprio nome diz: Síntese. Então é chegado o momento de sintetizar tudo o que aprendi em um trabalho escrito, e depois apresentá-lo diante de uma banca pedagógica. É o clímax do semestre, é onde fico frente as minhas aprendizagens, É um momento de expectativas: de como vai ser, de como vou me sair, se corresponderei as expectativas e/ou objetivos do curso.