domingo, 23 de outubro de 2016

Ensino de Matemática


          É sabido que, todos ao ingressar na escola, trazem consigo uma bagagem de saberes adquiridos no convívio familiar e também no social. Esses conhecimentos devem ser aproveitados, pois o seu descarte acarretará na quebra de esquemas mentais que com muito esforço foram construídos nas mentes das crianças a fim de dar-lhes sustentabilidade e possibilidades de compreensão do mundo ao qual estão inseridas ( Robison de Sá).
Na aula de matemática o professor nos propôs um jogo com cartas que envolvia quantidade, algarismos, seriação e classificação e o jogo partiu de conhecimentos prévios que nós tínhamos.
         Em minhas aulas eu tenho procurado a partir do que o aluno já tem construído sobre conceitos matemáticos, introduzir os conteúdos propostos pelo programa escolar. Como por exemplo ao introduzir divisão, eles começaram repartindo feijões dentro de copinhos de café; depois viram a forma escrita do que estavam fazendo; perceberam que aqueles copos com feijões representavam a multiplicação na hora de encontrar o quociente.
           A criança nesta fase aprende mais com o concreto do que com o abstrato e a matemática sem uma contextualização se torna muito abstrata.


Mudança na forma de entender o portfólio

Eu tenho percebido pouca mudança em mim.
            Sei que o portfólio é o registro de minhas aprendizagens.
           Minhas dificuldades e encontrar as palavras certas para colocar aqui, tem me tornado restrita. Pois ainda não consigo contemplar todos os critérios criados por nós em nossas aulas. Sinto que falta algo.
              Vou seguir pesquisando para entender melhor o portfólio.







Significado do portfólio




Definição de portfólio:
”É pensar sobre o próprio percurso de aprendizagem”
    Permite uma avaliação formativa mais contextualizada, mais participativa e mais reflexiva. Pode analisar o seu trabalho fazendo a sua própria
autoavaliação e auto regulação das aprendizagens.
        O portfólio para mim significa postar minhas aprendizagens. Mas eu tenho  encontrado muitas dificuldades em escrever aquilo que eu aprendi ou pratiquei com meus alunos dentro dos contextos apresentado durante as aulas de pedagogia.
          Mas tenho me esforçado para conseguir me expressar aqui.

Sinalizando



                       Eu  pouco tive contato com Libras a minha vida toda. A interdisciplina de Libras  proporcionou-me um maior conhecimento, a configuração das mãos, expressões faciais que são muito importantes na sinalização. Libras na minha opinião deveria estar no currículo do Ensino Fundamental, pois cada vez mais a criança está vendo na mídia , imagens de pessoas sinalizando.e com certeza não encontraríamos muitas dificuldades em fazer o uso de Libras, seria assim mais uma língua a ser aprendida pelo aluno, possibilitando assim uma interação com a pessoa surda.


Epistemologia genética



                                     As questões epistemológicas interessaram a Piaget desde sua juventude. A epistemologia é utilizada comumente para designar o que chamamos a teoria do conhecimento. Tal modelo teórico explica o desenvolvimento da inteligência, tendo como conteúdo básico a ação do sujeito que interage com os objetos, construindo, a partir dessas ações, formas e/ou estruturas de inteligência que lhe permitem, cada vez mais, adaptar-se ao mundo em que vive. Os trabalhos do autor, na psicologia, conduziram-no à ideia da utilização do modelo lógico-matemático como meio de análise e instrumento de descrição do funcionamento e do desenvolvimento da inteligência. Para o autor, o conhecimento não pode ser simplesmente imposto pelo meio ao sujeito, como um reflexo das propriedades do ambiente (empirismo), tampouco estaria inteiramente pré-formado no sujeito, apenas aguardando a maturação (apriorismo). A outra novidade da sua teoria é a abordagem empirista que explica que a construção do conhecimento pelo ser humano é fruto das interações do sujeito com o seu meio. Segundo a Teoria Epistemológica Genética, conforme surgem solicitações do meio, as estruturas da inteligência vão se construindo e, a partir de novas solicitações, o sujeito tem a possibilidade de reorganizá-las, vivenciando constantes mecanismos de assimilação de novos objetos a esquemas já existentes e mecanismos de ampliação do conhecimento denominados acomodação. É no convívio com outras crianças e com o meio é em que ela está inserida, que a criança constrói seu conhecimento. Daí a importância da escola e do professor para mediar o conhecimento. Nós professores podemos fazer da nossa mediação um meio para a construção conhecimento do aluno, instigando no aluno a curiosidade, a vontade de pesquisar e aprender. Eu procuro provocar nos meus algumas curiosidades, como por exemplo, como construir gráficos. Pedi a eles que trouxesse metro, fita métrica, trena, algo que medisse. Então dei alguns itens para eles medirem no pátio e na sala de aula. Com os dados montamos tabelas e construímos gráficos. Foi muito bom porque eles discutiam entre eles com as medidas davam diferentes, pediam para ir medir outra vez pra ver quem estava certo. Compararam as medidas de suas alturas com a realidade. Como por exemplo, um colega disse que media 1 metro e 49 centímetros, e o outro diz: - Como se eu sou mais alto do que tu. E lá iam se medir outra vez.





quinta-feira, 21 de julho de 2016

Ou isto ou aquilo

               


                           Em uma das atividades de Literatura foi sugerido que trabalhássemos poesias com os nossos alunos. Eu já havia trabalhado antes outras poesias, como algumas de Pedro Bandeira, Carlos Drumond, etc.
Mas por conta de literatura trabalhei Ou isto Ou aquilo de Cecília Meireles.
Foi muito bom, apresentei os versos faltando uma palavra e cada aluno teria que completá-lo com uma palavra. Esta atividade levou o aluno a pensar, pois queriam colocar a palavra igual a a autora, mesmo eu dizendo que eles poderiam escrever a palavra que tivesse de acordo com a opinião deles e que não saísse do contexto. Interagiram um com o outro, compararam suas escritas, deram opiniões.



Autoavalição









           Ao longo do primeiro semestre, com certeza aprendi muito. Senti que faltou eu me organizar melhor com o tempo,  percebi que me perdi com relação ao desenvolvimento de algumas interdisciplinas: fui tentando eliminar uma a uma e acabei deixando Libras e Música por último, isto ficou parecendo que eu não fiz ou não me interessei em fazer dentro do tempo hábil. Na verdade tentei desenvolver todas as doze de Ludicidade e, depois Seminário Integrador, por ter uma carga horária maior e mais atividades, para então concluir as demais.
Mas no final fica mais uma aprendizagem além da organização do tempo: devo fazer todas paralelamente. Prometo para o próximo semestre que vou melhorar.

Encerrando mais um semestre



           

                   O primeiro semestre de 2016 chega ao fim e com ele mais aprendizagens em minha bagagem. A cada semestre renovam e adquiro novas aprendizagens, algumas são editadas, porque o conhecimento nos permite reeditar ou até editar, No decorrer do curso consigo perceber algumas mudanças em minhas práticas, agora com referencial do curso de pedagogia, que muito vem acrescentando novos conceitos aos meus conhecimento.
          Chegou o momentos de apresentar minhas aprendizagens: A Síntese Reflexiva e por fim o Workshop de Aprendizagem.
A síntese é como o próprio nome diz: Síntese. Então é chegado o momento de sintetizar tudo o que aprendi em um trabalho escrito, e depois apresentá-lo diante de uma banca pedagógica. É o clímax do semestre, é onde fico frente as minhas aprendizagens, É um momento de expectativas: de como vai ser, de como vou me sair, se corresponderei as expectativas e/ou objetivos do curso.


domingo, 29 de maio de 2016

Pesquisa




É possível aprender a partir da pesquisa?
É possível sim, porque através da pesquisa é que vamos buscar informações que irão interagir com o conhecimento prévio e talvez modificar ou até refutar determinado conhecimento. A pesquisa possibilita elaborar hipóteses para aprimorar assuntos que queremos conhecer melhor. É uma maneira concreta para dar significado a aprendizagem. São diversas as pesquisas e vários são os métodos. Precisamos buscar em várias fontes, nos permitindo assim diferentes pontos de vistas, para a construção do conhecimento.
Num projeto sobre o povoamento açoriano no Rio Grande do Sul, o qual desenvolvi com meus alunos de quarto ano em parceria com uma turma de quinto ano, fizemos algumas pesquisas em livros, na internet, perguntando para as famílias sobre a influência açoriana no nosso modo de viver, assistimos palestras, visitamos casas açorianas e a culminância foi a apresentação do trabalho para as outras turmas.
Muitos conhecimentos foram adquiridos pelos alunos, pois eles foram a busca desse conhecimento

Música

                   




         A música é algo que nos faz bem. Faz bem a criança. Mesmo não entendendo o significado das palavras, a criança esboça inquietude ou satisfação diante do que está ouvindo. As canções de ninar,  cantadas para  os bebês, transmitem  conforto e acalento. As brincadeiras de rodas e brincadeiras que envolvem canções trazem mais ludicidade para as crianças enquanto desenvolvem suas brincadeiras.
A aula de musicalidade nos propõe a musicalidade no ensino pedagógico.

Nas minhas aulas eu tenho proposto aos meus alunos, cantos. Pois acredito que a música é importante no fazer pedagógico.

Bilinguismo


 





A filosofia educacional para surdo defende a ideia de que a escola deve ser bilíngue para surdos. Concordo com o professor defende que o bilinguismo não deve ser só para surdos, mas para todos os estudantes desde a educação infantil, pois o Brasil tem em torno de cinco milhões de surdos.
Eu como professora, teria dificuldades em alfabetizar alunos surdos que não tivesse noção libras. Defendo a ideia de que o alfabeto colocados nas salas de aula,  devem ter além do alfabeto da Língua portuguesa, o alfabeto em libras e em braile. Pois assim o aluno terá  uma pequena noção de outras forma de comunicação.

Libras é primeira língua do surdo e a Língua portuguesa é a segunda língua. Para o aluno ouvinte acontece ao contrário. Por isso a importância do bilinguismo na escola.

Intérprete de Libras


Resultado de imagem para imagens de libras

            Intérprete de Libras


Em alguns anúncios de programas televisivos, costuma-se ver um intérprete de libras em uma tela minúscula, que acaba dificultando a visualização. Foi um dos comentários do professor de Libras. Espero que com o tempo isso mude. Outra questão aborda nessa aula a legenda para surdo nos filmes brasileiros. Eu não tinha percebido esta “falha”, já que vivemos numa sociedade inclusiva.
A imagem acima mostra um exemplo do que comentei. A imagem do intérprete  aparece muito pequena.




LIBRAS

                   
      A aula de Libras contribuiu significativamente para o meu conhecimento. Eu sempre quis aprender a língua de sinais, mas sempre achei muito complicada, talvez porque tenho dificuldades na coordenação. A aula foi esclarecedora. Aprendi como devo me referir à pessoa que não ouve, dizendo que é surdo e não surdo-mudo termo muito usado  há alguns anos. Na minha sala de aula de eu tinha exposto um alfabeto onde constava o alfabeto da Língua portuguesa, Libras e Braile. Trabalhei leituras a respeito e escrita de palavras.
Eu tive pouco contato com pessoas cegas e com pessoas surdas.
Mas fiz questão  de mostrar ao meu aluno que existe outros alfabetos  que usamos em nosso país para nos comunicar com pessoas surdas e pessoas cegas.
 Foi bastante significativo, pois os alunos me ajudaram a montar o alfabeto em libras, pintando as figuras das mãos e pintar os círculos que representam as letras em braile.

Escreveram o nome deles e outros nomes. As aulas foram muito boas do ponto de vista deles, pois se empenharam com entusiasmo.