sábado, 26 de setembro de 2015

O lugar da escola na sociedade









         É um lugar concreto e principal pra formação de significados... lugar com seus múltiplos níveis e modalidades que deve formar cidadãos através da construção, de conhecimentos e desenvolvimentos de atitudes e valores que possibilitem aos cidadãos brasileiros, ser solidário, ético, crítico e participativo.
       O lugar da escola pode ser visto como passagem entre a família e a sociedade. Tanto a família como a comunidade, lançam visão e cobrança à escola. Ao se falar em família pode se afirmar que não existe um modelo único, mas que há diversas, com algo em comum e com suas particularidades. A família na maioria das vezes espera que a escola eduque seus filhos naquilo que não se julgam apropriados. Como por exemplo limites e a sexualidade e que seu filho seja preparado para obter êxito profissional e financeiro, que possa entrar em uma boa universidade.

         A escola além de enfrentar o desafio frente ao domínio do conhecimento em permanente mudança, também enfrenta o desafio da relação com seus alunos e a comunidade.

Os pilares da educação

                                 





                                        Os pilares da educação tem suas implicações à pratica pedagógica.São relevantes no processo ensino aprendizagem.
             Antes de desenvolver em seus alunos tais competências o professor precisa ter internalizado essas competências, que serão percebidas em suas atitudes e condutas dos trabalhos escolares. O professor da contemporaneidade é desafiado a desenvolver um bom trabalho alicerçado nos quatro pilares. 
O mundo contemporâneo, exige cada vez mais indivíduos que saibam mobilizar saberes, conhecimentos e atitudes que sejam capaz de resolver problemas e tomar decisões.



Aprender

Quem ensina precisa aprender com e sobre sua prática de ensino. Quem ensina não é dono da verdade, por isso deve estar aberto a novas aprendizagens e interações que sua prática lhe proporcionarão ao longo do seu desempenho.
Eu tenho aprendido muito e refletido sobre minhas práticas. Pesquiso e estudo maneiras diferentes de abordar conteúdos, procuro deixar mais interessante o conteúdo ao aluno.
A aprendizagem do professor precisa ser contínua,  e estar sempre se aperfeiçoando. 

A importância da avaliação, o artifício da qualificação







             A importância da avaliação, o artifício da   qualificação
       A avaliação de qualidade é quando avaliamos para conhecer, e não para dar qualidades. (Juan Manuel Alvarez Méndes, p.85). Concordo com essa afirmação, pois quando o professor conhece o que o aluno sabe e o que ele não sabe ainda. Parte do que ele sabe para mediar o que não sabe fazendo conexões. Leva o aluno interagir com o que não sabe afim de superar este conhecimento. Transformando o conhecimento do aluno em ferramentas para adquirir e aperfeiçoar outros conhecimentos.

Conhecimento oportunizado na interdisciplina de Escola Projeto Pedagógico e Currículo.

A avaliação como atividade crítica do conhecimento


  Na educação formativa, avaliamos porque queremos conhecer. E nem sempre funciona assim. Pois depende de quem avalia.
        O professor que avalia o aluno para saber no que pode avançar ou retroceder está fazendo uma avaliação crítica, mas quando avalia para dar nota ou conceito, sem que isso o permita refletir sobre a aprendizagem do aluno, tão pouco está avaliando. Ele apenas está obtendo um instrumento que meça a aprendizagem, para ter uma satisfação a dar. Para mim não tem como medir a aprendizagem. E este método foi muito usado por mim. Hoje já não uso com frequência. Mas utilizo de vez em quando para verificar as aprendizagens de meu aluno, mais como mais um recurso para me dar um norte a seguir e não para lhe dar um conceito final.
    Tivemos a oportunidade de estar refletindo sobre este assunto na interdisciplina: Escola Projeto Pedagógico e Currículo.



Pedagogia da Autonomia









            O livro Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa de Paulo Freire, é um livro que todo o Pedagogo deveria ter o conhecimento de seu conteúdo.
          Os saberes necessários à prática docente é abordado de maneira que nos leva a refletir a educação de modo geral.
           Na educação “pensar certo” é saber que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para que o aluno aprenda. Isto exige do professor uma postura exigente, difícil as vezes, que temos que assumir diante dos outros e com os outros em face do mundo e dos fatos nós mesmos. Paulo Freire ( p. 54) me fez refletir sobre o papel do professor no ensino aprendizagem. Em muitos momentos de minhas práticas sinto que o conteúdo está sendo transferido. Em contrapartida vem se discutindo muito sobre ensinar e transferir conhecimento. A mudança vem acontecendo aos poucos em sala de aula. Porque é preciso ter segurança naquilo que se está fazendo.


Segundo semestre 2015







        Segundo semestre 2015, mais momentos teremos para novas aprendizagens. Nosso reencontro estava maravilhoso. Conhecemos as novas colegas e podemos compartilhar e trocar ideias. As interações são muito importante no aprendizado. Tivemos a oportunidade de refletir e elaborar esquemas e textos sobre nossas avaliações do workshop de avaliação.
        Numa aprendizagem significativa é importante esses momentos para refletir e ver como se processa essa aprendizagem. Isso nos possibilita, como professora, estar fazendo com o nosso aluno. Pois existem várias formar de avaliar que não seja só “depositar e depois sacar” como disse Paulo Freire.
         As famosas provas, tem caído do  meu método de avaliação,  tenho sido mais observadora do desempenho do meu aluno em sala de aula. Estando circulando entre eles percebo como estão construído suas aprendizagens e no que devo avançar ou retroceder.


quarta-feira, 15 de julho de 2015

Corporeidade

     

A corporeidade na escola
                             








               Corporeidade para mim é uma palavra nova, mas com significados que trabalhamos em nossas salas de aula. Quando trabalho esquema corporal, coordenação motora ampla, motricidade fina, habilidades psicomotoras, estou também trabalhando a corporeidade do meu aluno. Embora a escola privilegie mais a mente. Trabalha-se corporeidade em atividades mais dinâmicas que exigirão do aluno desenvolturas físicas e mentais.









O PPP









               O projeto político pedagógico é um documento sério dentro de uma escola, pois é ele que norteará a escola num todo. No entanto poucos sabem da importância desse documento. Percebo que como eu, poucos são os professores que ao chegarem numa escola para lecionar, pediu para ler o PPP da escola. Na disciplina Escola, Projeto Pedagógico e Currículo,  aprendi a importância desse documento, e como deve ser elaborado. Ao ser elaborado, o projeto  precisa da participação de toda a comunidade escolar e não somente alguns setores.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

O robô e o ser humano


O robô e o ser humano


                O robô seria capaz de substituir o ser humano em uma família? Essa reflexão é exposta no filme A inteligência Artificial. Por conta disso até onde o ser humano é substituível? O robô é programado para desenvolver afeto, amor. O afeto e o amor  não podem ser mecânico. Esses sentimentos são trocas  e interação entre os seres humanos, que podem ser sentidos através de um olhar, de um gesto, de palavras, de atitudes. E a máquina até que ponto seria capaz de interagir?
Com o passar  do tempo o homem não estaria satisfeito com a sua produção. Então produziria outro robô mais maduro, para parecer que o tempo não permanece.  O homem está sempre em busca da perfeição e esta ele quer encontrar em máquinas, já que enquanto sujeito, falhamos. Talvez na ânsia  de encontrar algo que seja eterno ( robô), que não lhe cause sofrimento e transtornos. A máquina pode suprir essas carências, pois pode ser descartado quando lhe for inconveniente, como mostra o filme.
             Um androide criado para amar e ser amado. Será que os sentimentos podem ser programados? 

terça-feira, 9 de junho de 2015

Uso das tecnologias



                    A tecnologia e as aprendizagens




                  O uso da tecnologia  auxiliam em minhas aprendizagens e nas práticas. Percebi que foi praticando que consegui aprender a usar  ferramentas tecnológicas. Estes meios de comunicação e a interação virtual, me possibilitaram conhecer recursos de aprendizagens, e novos conhecimentos. 

A tecnologia e o professor


Resultado de imagem para gravuras sobre tecnologias



           Tecnologia ou professor? Eis a questão!


          A Tecnologia poderá substituir o professor? 
     São inúmeros os argumentos a favor e argumentos contra. Mas sabe-se que o professor é uma ferramenta relevante na educação. Não há aprendizagem formal, sem que haja o professor interagindo com o educando: tirando dúvidas, questionando, ajudando o educando em suas aprendizagens. Hoje podemos constatar na aula presencial, porque, por mais que tenhamos a tecnologia com toda as ferramentas, Wastsap, facebook, celular, fórum de dúvidas, etc. foi necessário esse "contato", onde esclarecemos nossas dúvidas. A máquina não consegue perceber se o aluno entendeu ou não, não consegue questionar o aluno, não pode fazer com que o aluno reflita sobre suas aprendizagens. 
A tecnologia é uma aliada forte na educação e pode ajudar o professor  em suas práticas pedagógicas, mas é necessário que o docente saiba lidar com essas ferramentas tecnológicas. Do contrário não lhe ajudará. 

domingo, 7 de junho de 2015

Problematizando a aprendizagem

                                           
                                         Problematizando a aprendizagem    







          Para haver a prendizagem, precisa-se de ensino e conhecimento e só isso não basta. É necessário a interação entre três elementos que são : o professor, o aluno e o objeto do conhecimento. A aprendizagem se torna um problema quando há falhas nessa interação. Não basta interagir. Esta interação tem que dar sentido. A aprendizagem tem que ser atrativa ao aprendiz. As ferramentas utilizadas pelo professor são peças fundamentais no processo ensino-aprendizagem e além disso o professor tem que ter em mente que cada educando pode estar ouvindo o mesmo "comando", mas interpretando de maneiras diferentes . Isso deve a contextualização que o aluno faz, pois traz consigo algumas aprendizagens que o auxiliarão em suas interpretações. Isto podemos experienciar na aula de corporeidade: uma aula em que o professor deu sucessivos comandos a todos alunos, onde cada um tinha uma folha de jornal, e teria que fazer o que estava sendo pedido, apesar de o comando ser igual, cada um interpretou de uma maneira e fez diferente.
      Para refletir:  Assim é  com o nosso aluno.